Os primeiros cuidados com a roupa do bebê

Oi Amores, tudo bem?

Das partes mais deliciosas da gravidez, comprar as roupinhas do bebe estão entre os top 5. Não há sensação melhor que escolher aquelas mini roupas e ficar imaginando o pequeno (a) usando quando nascer. Mas junto com isso vem a preocupação de como cuidar dessas roupinhas. Por esse motivo vim aqui contar a minha experiência nessa tarefa e dar dica de produtos que estou amando.

Depois que terminei de comprar a maior parte do enxoval comecei a pesquisar qual a melhor maneira de lavar e guardar as roupinhas, mantas, lençóis e por ai vai. Mesmo com algumas pessoas me falando que eu precisava lavar logo as coisas e dando dicas, resolvi fazer tudo com calma e organizar com tranquilidade afinal não sou muito fã da correria. Para facilitar a minha vida decidi separar as roupas por  modelo (body manga curta, manga comprida, macacão e por ai vai) e aproveitei também para separar as gavetas por tamanho (RN, 0 a 3 e etc), assim deixo todos os tamanhos no mesmo lugar e não preciso ficar procurando.

Ai chegou a hora de lavar as roupas e uma coisa que levei em conta antes desse processo foi de tirar as etiquetas, tenho a sensação de que elas incomodam e irritam a pele do bebê. Mas antes de tirar fui olhando direito os tamanhos e vendo o guia de lavagem, já que algumas roupinhas só podem ser lavadas a mão e outras não podem ser passadas. Com isso fui separando por pilhas assim não ia correr o risco de confundir os tamanhos e nem de estragar as roupas mais delicadas.

Corri para o mercado para escolher o sabão para a lavagem. Essa é uma etapa muito importante, já que não se deve lavar roupas de bebê com o mesmo sabão que usamos para as nossas roupas pois a pele deles é mais sensível e são mais sucetíveis a ter alergia a esses produtos. Então a escolha deve sempre ser para sabão especial para roupas de bebê, esses costumam ter menos química e são testados dermatologicamente. Mas notei que existem poucas opções de sabão dessa categoria, o que torna a escolha mais fácil ou difícil dependendo do caso.

Duas coisas importantes pra mim são a durabilidade e o cheiro do produto. Confesso que eu tinha a ideia de que sabão de bebê teria aquele cheirinho gostoso de neném, mas me enganei um pouco rss. Ai nessa busca acabei achando o OMO para roupas delicadas, como já uso OMO aqui em casa e gosto muito resolvi optar por ele e em paralelo comprei também o amaciante Comfort para roupas de bebê. Esse foi novidade para mim, não sabia que existia amaciante especifico para as mini roupas.

roupa_bebe

Depois de tudo escolhido fui lavar as roupas da Luíza e tive uma ótima experiência com os dois produtos. Achei que lava super bem e o sabão rende muito, aqui em casa geralmente lavo as roupas dela umas 2 vezes por semana e esse frasco durou um mês e meio já o amaciante durou uns dois meses. A quantidade eu uso a sugerida na embalagem.

Sobre o cheirinho deles eu posso dizer que gostei bastante, apesar de não ser aquele cheirinho característico de roupinha de bebê. O OMO tem um cheirinho mais suave, mas o Comfort tem um cheiro mais marcante assim como todos os outros amaciantes da linha. Como gosto de cheirinho de amaciante eu não me incomodei e a Lulu também não reclamou.

Depois de lavar as roupinhas pela primeira vez, dizem que é importante passar para matar as “bactérias” que ficaram. Na dúvida resolvi passar todas, mas confesso que só faço isso nas roupinhas novas que ela ainda não usou, de resto eu só lavo mesmo na maquina e deixo secar no varal. Aliás nessas eu descobri que passar roupa de bebê é muito mais difícil do que passar as nossas, eu definitivamente não tenho essa habilidade. rss

Depois disso é só guardar as roupinhas com cuidado, e aquelas mais delicadas ou de lã é bom lavas naqueles sacos de roupas delicadas sabe?

De resto é só aproveitar o cheirinho de roupinhas que fica pela casa!

Espero que tenham gostado das dicas, logo mais vem mais resenhas por aqui.

 

*esse post é public, é apenas uma resenha pessoal

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Os benefícios dos chás na amamentação

Oi amores, tudo bem com vocês?

Sempre fui uma adoradora de chás mas depois que a Luíza nasceu descobri os benefício de alguns chás na amamentação. Quando ainda estava grávida já havia lido algumas coisas a respeito como alguns chás que ajudam a acalmar a cólica do bebê, outros que aumentam a produção de leite, que acalmam e por ai vai. Fiquei super interessada no assunto e resolvi me aprofundar mais pra entender melhor como funcionava, mas só consegui ver na prática mesmo depois da chegada da baby.

Com mais ou menos 1 mês e meio Luíza começou a ter cólicas e essa foi a deixa para testar a teoria dos chás, claro que junto com isso também faço algumas coisas para ajudar a acalmar mas isso fica para um outro post. Bom primeiro que não devemos dar chás aos bebês (a não ser que seu pediatra libere), então nesse caso quem toma é a mãe e através e os benefícios dele passam para o leite materno.

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Foi ai que comecei a tomar o chá de erva-doce tomo mais ou menos duas vezes por dia, mas porque eu gosto mesmo. Esse chá tem efeito calmante, é bom para o aparelho digestivo tanto da mãe quanto do bebê e ajuda com as cólicas do neném. Eu confesso que estava meio cética quanto aos efeitos, mas comecei a notar que com o passar dos dias as cólicas dela ficavam menos intensas e nos dias em que eu não tomava aumentava. Enfim acabou virando rotina por aqui, todo café da manhã e lanche da tarde tem cházinho de erva doce.

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Além dele já tinha ouvido falar do famoso “Chá misto da mamãe” da Weleda, até que na primeira consulta com o pediatra ele recomendou que eu tomasse. Esse chá é composto de Alcarávia, funcho, erva-doce, melissa e rosa silvestre e ele tem como benefício ajudar na produção do leite materno. Na teoria a mistura dessas ervas aumentam a produção do leite e melhoram a qualidade dele, além de que elas separadamente tem os benefícios próprios. Enfim posso dizer que tenho tomado todos os dias desde que ela nasceu, acredito que ele ajuda sim na produção do leite mas confesso que nunca deixei de tomar para testar. Isso porque ele é tão gostoso que já faz parte da minha rotina noturna, tomo no meio no intervalo das mamadas e assistindo série com o marido. Tem coisa mais gostosa?

Enfim amores eu não sou nenhuma especialista em chás, mas aqui em casa esses dois tem funcionado muito bem. Ah e as vezes acabo tomando o de camomila antes de dormir, mas esse traz benefício pra mim é pra mim mesmo não pra ela.

Espero que gostem e que aproveitem essas dicas, só tomem cuidado pois assim como existem chás que são bons para a amamentação tem outros que não devemos tomar. Então antes de qualquer coisa pesquise.

Bjs

E bom chá para vocês!

Gravidez: Primeiro e Segundo Trimestre

Oi amores, tudo bem?

Vim aqui para contar um pouquinho para vocês sobre como tem sido a minha gestação, essa fase mágica mas ao mesmo tempo muito doida. Acho que nunca antes vi transformações tão grande no meu corpo e no psicológico, hoje consigo definir a gestação como uma fase de descobrimento interno. É um momento em que você para para refletir sobre as coisas que já aconteceram na sua vida, sobre o que ainda vai acontecer e começa a se analisar também se conhecer melhor e descobrir coisas a seu respeito que você nem imaginava. Bom nesse post vou contar um pouquinho de como foi o primeiro e o segundo trimestre e no próximo falo um pouco mais sobre a fase que estou vivendo agora do terceiro trimestre de gestação, ok? Vamos lá?

Primeiro Trimestre

Desde o primeiro trimestre já dá para notar que o corpo está mudando e os hormônios estão a mil. Pra mim o primeiro trimestre pareceu mais como que uma TPM só que 10x mais intensa (tadico do marido), mas junto com isso veio o tão temido enjoo. Pois é eu enjoei muito no primeiro trimestre e não era com um cheiro específico era com tudo até o maravilhoso cheiro de cebola refogada me deixava mais verde que o Hulk e tinha que abortar a missão de cozinhar com isso acabava comendo mais fora do que em casa e ainda assim dependia muito do cheiro que estava o restaurante. Mas se teve algo que eu não conseguia comer de jeito nenhum foi o CHOCOLATE, logo eu uma chocólatra que não ficava sem um quadradinho por dia não conseguia nem pensar na possibilidade de ver essa delícia na frente.

Ah aliás junto com o enjoo veio também um sono incontrolável, eu era daquelas que dormia em qualquer lugar a qualquer momento mesmo se estivesse falando com alguém. Sempre fui meio soneca, mas nessa fase estava surreal!

No primeiro trimestre também já consegui perceber algumas modificações no corpo, a barriguinha já queria dar as caras mas ela parecia mais com uma pança de chopp do que com barriga de grávida (rs rs). O cabelo milagrosamente parou de cair e segue assim até hoje e minha pele que estava lisinha até então parecia mais um chokito (exagerada!).

Mas estava tudo sobre controle porque esperei tanto por esse momento que acabei nem ligando muito para os sintomas e estava mesmo era ansiosa para ver as ultrassonografias, queria muito saber se era menino ou menina e se estava tudo bem com o neném. Logo na segunda ultra já consegui saber que quem estava a caminho era a Luíza e só conseguia pensar em laços, vestidos e sapatinhos. Imagina que fofura um mini ser com lacinhos na cabeça? Ohn!

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Segundo Trimestre  

Sempre ouvi que o segundo trimestre é aquele em que a mulher tem mais pique, os enjoos somem e o sono da uma trégua. Pois bem posso dizer que por aqui foi quase isso, os enjoos realmente desapareceram e foi uma felicidade imensa descobrir que eu conseguia comer chocolate de novo (sim sou doida por chocolate), também me senti muito mais disposta tinha muito mais pique para fazer as coisas e passear por ai, mas o sono esse ainda me pegava um pouco e eu simplesmente apagava e dormia o que não foi nada mal também.

Mas nesse semestre acontece algo mágico, você começa a sentir o neném mexendo e no primeiro momento confesso que fiquei confusa se era isso mesmo mas quando me dei conta foi uma emoção e tanto. O marido ainda não conseguia mexer a principio mas depois que sentiu o primeiro chute da Luíza se derreteu todo. Outra coisa é que a  barriga começa a ganhar formato e crescer numa velocidade impressionante, parece que a cada vez que passava no espelho ela estava maior mas como toda grávida eu realmente queria que ela crescesse e aparecesse logo.

Ah nessa fase também começamos a comprar as primeiras coisas para a Luíza, as primeiras roupinhas, o primeiro mordedor e já estávamos pesquisando sobre os móveis que colocaremos no quartinho dela. Desde antes de engravidar já tínhamos decidido o estilo do quarto dela de acordo com o que se encaixa na nossa vida e nas nossas filosofias, já sabíamos também que linha de educação e tipos de estímulos que vamos seguir para o desenvolvimento dela. Mas tudo isso vai ser um post a parte, quem sabe um vídeo sobre o quarto da Lulu, né?

Acho que com tudo isso o segundo trimestre pode ser considerado como aquele em que a ficha realmente caiu, as ultrassonografias começaram a ser mais frequentes e com isso conseguimos ver a Luíza mais vezes. Já começávamos a decidir as coisas sobre a sua chegada e a curtir mais esse momento tão especial. Mas confesso que as vezes parava pra pensar no quão doido era aquilo tudo.

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Bom amores é isso, espero que estejam gostando de acompanhar esse momento delicioso das nossas vidas e aguardem que vem mais posts desses por ai!

Boa semana a todos!!

Quando descobri que estava grávida

Esse com certeza vai ser um dos posts mais diferentes e especiais que já fiz por aqui, mas com certeza o primeiro de uma nova série que pretendo iniciar esse ano aqui no blog. Com a descoberta da gestação e da maternidade tenho sentido essa vontade de compartilhar sobre essa nova fase, minhas experiências e sensações desse momento tão mágico mas que ao mesmo tempo muda tanto a nossa vida. Vou contar um pouquinho de como descobri que estava grávida e como tem sido a gestação até agora.

Sou dessas mulheres que sempre sonhou em ser mãe, parece meio clichê mas sempre que me perguntavam o que eu queria ser quando crescesse a primeira coisa que vinha na minha cabeça era ser mãe. Aliás não só mãe como me via casada com filhos. Enfim o tempo foi passando, encontrei o Thi, casamos e um bom tempo depois veio o desejo de ter filhos.

Ai descobrimos que não era assim tão fácil assim engravidar, sim o psicológico conta muito como eu estava muito ansiosa isso com certeza acabou atrasando as coisas. O que eu achava que ia demorar poucos meses acabou demorando 1 ano e meio, eu sei que tem muita gente que espera mais do que isso mas ainda que tenha sido “pouco tempo” pareceu uma eternidade.

O clichê da história não para por ai, no primeiro semestre desse ano estava tão empenhada com as coisas aqui do blog e em paralelo marido havia saído de férias, acabou que esqueci completamente do assunto. Não que a vontade não existisse mais, mas estava mais ocupada pensando em outras coisas. Até que num belo domingo, uma semana antes do meu aniversário e 1 dia depois de ter ido na casa de uma amiga (Oi San!) e ficado bem mareada com os cheiros da receita que estávamos fazendo, eu resolvi fazer um teste de farmácia já que estava atrasada mas não acreditava que pudesse estar grávida.

Até que 15 minutos depois “tadaaaa” dois pauzinhos e o tão sonhado positivo, junto com ele veio também 3 meses de puro enjôo e um sono sem fim. Aliás por isso dei uma sumida daqui do blog, fazer comida era praticamente impossível nesse período. Mas não posso negar que a felicidade tomou conta e por mais enjoada que estivesse sempre fui grata por esse momento mágico da gestação.

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Hoje estou com exatamente 33 semanas e 2 dias, na reta final da gestação bem pertinho do momento em que vamos poder pegar a Luíza nos braços e ai sim embarcar no mundo da maternidade. Mas que essas semanas passem devagar para continuar aproveitando cada segundo e que a Lulu venha no tempo dela e cheia de saúde.

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Acho que me empolguei né?

Bom no próximo post conto mais sobre essa experiência que estamos vivendo aqui em casa e provavelmente além de receitas o Lazz vai ficar cada vez mais recheado de posts como estes, com algumas dicas também. Como eu disse esse ano é o ano das transformações e nada mais justo que o Lazz se transformar também não é?